Investir para crescer: como não ficar estagnado no mercado da construção civil

As dificuldades na obtenção de crédito, a redução no ritmo de implementação de programas governamentais de moradia (como o Minha Casa Minha Vida), a alta de preços de matéria-prima e a queda na procura são apenas alguns dos fatores que explicam o ano difícil ao mercado da construção civil.

Entretanto, assim como ocorre com todos os segmentos da economia, em momentos de retração muitos gestores cortam custos deliberadamente, como se a simples redução nos gastos com insumos resultasse automaticamente em aumento da margem de lucro. Essa estratégia equivocada é responsável pelo agravamento da crise e até pela falência de algumas corporações.

Hoje você vai entender que é necessário investir para crescer no mercado da construção civil, sobretudo em épocas de redução de consumo. Mas investir com inteligência, em áreas-chave para reaquecer a procura e gerar, de fato, um sólido aumento da margem de lucro enquanto sua concorrência definha ao sabor da crise! Fique conosco nas próximas linhas!

“A questão não é ter um problema, mas a forma como reagir a ele”

A frase é de Roberto Setúbal, presidente do Itaú Unibanco, e verbaliza com perfeição o papel que a crise deve ter nas mesas de reuniões dos gestores da construção civil: tenha a certeza de que a retração sopra com muito mais furor sobre os telhados frágeis das empresas que não sabem inovar, bem como nas que preferem apenas cortar custos e se contentar com a estagnação.

Um gerente de obras (ou, mais ainda, um CEO de uma construtora) deve estar pronto para redesenhar processos e trazer novas tecnologias ao primeiro sintoma de crise. Os sistemas de informação voltados à construção civil, por exemplo, racionalizam procedimentos, reduzem custos e aumentam a produtividade sem a necessidade de tocar em salários ou alterar a qualidade da produção. É preciso ter visão de negócios para dominar o mercado quando seus rivais estão mais enfraquecidos. Vamos explicar essa questão mais detalhadamente por meio de 2 aspectos:

O poder dos softwares de gestão na construção civil

Inovar não é reformar, é trazer um mundo novo e audacioso a um universo corporativo. Manter histórico dos processos e produtos entregues, fiscalizar onde estão e como estão trabalhando seus profissionais, atualizar pareceres e laudos, criar e calcular indicadores, atualizar status de vistorias (comunicando todos os envolvidos com rapidez): tudo isso é feito em seu canteiro de obras de forma manual? Pois se a resposta é afirmativa, você está desperdiçando folha salarial que poderia ser despendida apenas na realização de atividades que agregam valor à sua edificação.

Um software de mobilidade para construção civil automatizaria a maioria dos processos internos de um canteiro de obras, o que significa maior controle sobre materiais, redução de desperdício, aumento da produtividade em áreas centrais ao sucesso do negócio e redução de retrabalhos. Tudo isso conciliado com aumento de qualidade, ou seja, com os mesmos funcionários e equipamentos você produz mais, melhor e mais barato do que as construtoras concorrentes. Há crise que resista a esse nível de profissionalização e excelência na engenharia?

Investir para crescer: treinamento e desenvolvimento

Treinamento é capacitação, traz resultados no curto prazo e aprimora competências que são decorrentes de demandas imediatas do canteiro de obras (ensinar os pedreiros a montar tubulações para saída de energia elétrica, por exemplo).

Já o desenvolvimento diz respeito ao processo de crescimento dos seus funcionários, que não mais limitarão seus conhecimentos às suas próprias tarefas, mas ao empreendimento como um todo: trata-se de adquirir uma visão holística da obra, mais ligada ao longo prazo e, em geral, envolve uma promoção — por exemplo, um pedreiro de destaque passa a ser preparado para se tornar mestre de obras, ou seja, será tutorado para aprender a comandar equipes, operar um tablet para acessar dados da obra e fiscalizar a utilização dos EPIs. Investir em T&D em um momento de crise não prejudicará os resultados da construtora, muito pelo contrário! Vai impulsioná-los, mesmo sobre perspectivas difíceis no mercado da construção civil.

Quer alcançar certificações de qualidade como PBQP-h, ISO9001 e 14001, além de baratear os custos e vender mais? Investimentos reduzem custos fixos e variáveis, permitindo que a construtora consiga margem melhor de negociação! Investir para crescer é o lema dos gestores de obras e CEOs de sucesso.

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